Minimalismo – Como (me) encontrei

Olá! Se você se interessa pelo assunto ou simplesmente tem curiosidade, vou te contar sobre como adotei o minimalismo.

Como tudo começou!

Foi por volta de 2015 que encontrei o livro “A mágica da arrumação” da autora Marie Kondo. Já tinha ouvido falar, mas, sabe daquelas leituras que não te chamam a atenção até o momento em que elas farão algum sentido? Assim foi com esse livro.

Li e gostei muito! Considero o ponto inicial desse interesse que desde então comecei a desenvolver em relação a organização para deixar a vida mais prática e leve. A autora propõe que tenhamos apenas os objetos que façam sentido em nossas vidas e que nos tragam alegria. Todo o restante deve ser descartado. Bem na proposta “menos é mais”.

Organizar primeiro por fora!

Comecei a reorganizar a casa, mas não apliquei absolutamente todas as regrinhas nele sugeridas. Assim como toda leitura, penso que devo assimilar e praticar o que mais se adapta às minhas próprias necessidades. Digamos que pratico a mágica da arrumação “moderada” rs.

Não é um livro sobre minimalismo, necessariamente, mas foi através dele que comecei a abrir a mente para esse estilo de vida e a buscar adotá-lo em vários aspectos da vida.

Organizar por dentro!

À medida que comecei a pesquisar como deixar a vida mais prática e leve, abriu-se um novo jeito de pensar  a relação com tudo que tem a nosso redor que de pronto me encantou.

Mas o minimalismo é muito mais do que tirar todas as coisas de casa e viver só com uma cadeira, uma bolsa e um par de tênis; muito menos vestir apenas preto, branco e cinza! Não existem número exatos! Não existem regras rígidas! O que existe são propostas para que você tenha e busque apenas coisas que te farão realmente sentido, ainda que sejam 30 pares de sapato ou apenas 1 bolsa, desde que eles realmente sejam usados e te façam sentir-se bem.

Nesses últimos três anos tem sido um amadurecimento contínuo à medida que busco compreender melhor sua essência e principalmente a me conhecer melhor.

E percebo que quanto mais aprendo e pratico minimalismo, mas consigo me reconhecer nele. Não vou dizer que sempre fui minimalista, nem posso dizer que já sou, pois esse estilo de vida é eternamente aprendizado e transformação.

E quanto mais deixo de valorizar a quantidade de coisas que o dinheiro pode comprar, mais passo a valorizar a quantidade de experiências que podemos ter.

Mudanças que acontecem!

Apenas para citar 3 das inúmeras mudanças que gradativamente estão acontecendo à medida que aprendo mais sobre o minimalismo, posso dizer que 1) reduzi muito o tempo gasto com a manutenção da casa e da organização; 2)reduzi o gasto com itens que acabavam ficando guardados no armário; e 3) aprendi a praticar o desapego não apenas em relação a coisas, mas em relação a toda situação que não me traga alegria.

Fica para outro dia, ou talvez um vídeo (será? rs) as inúmeras conversas que podemos ter sobre o tema! Porque adoro e sei que é um movimento que cresce a cada dia!

Dica de conteúdo sobre minimalismo

Para inspirar você que chegou aqui pela curiosidade sobre o minimalismo vou deixar indicação de dois canais do Youtube que gosto bastante de assistir: Simplease – da Luana Burigo e Fê-liz com a vida! – da Fê Neute.

E a indicação de um documentário: Minimalism. Esse documentário está disponível no Netflix.

Não demoro e trago aqui algumas ideias de como começar a praticar o desapego e a praticar o minimalismo. Se rolar aquela identificação, quem sabe você não se descobre curtindo esse estilo assim como eu? 🙂

Até breve!

:*

K.

Dica de curso!

Você está buscando o Minimalismo em sua vida?

Deixo aqui o link de um curso muito interessante  porque acredito que pode realmente te ajudar a dar os primeiros passos e  ingressar nesse estilo de vida que tanto nos traz benefícios!

Para saber mais: Curso Organização Pessoa e Minimalismo!

Se você quer ser uma Personal Organizer de Sucesso, indico esse curso:

Seja uma Persona Organizer de Sucesso!

E sobre esse curso e essa profissão vamos bater um papo muito bom aqui no Cacto e Flor! Aguarde! 😉

 

 

 

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5 Comentários

  1. Inspirador seu post! Eu estou estudando bastante sobre o minimalismo, e confesso que me encontro muito nele. Porém, não sei dizer ao certo, mas uma parte de mim compensa as frustrações, baixa autoestima e baixa autoconfiança comprando coisas novas. Eu me sinto renovada quando compro algo novo, seja o que for, depois parece que o efeito de frenesi passa e eu me sinto duas vezes mais frustrada, é muito difícil o processo do desapego! Vou me inscrever nos canais indicados. Grata!

    Blog Papeterí

    1. Oi, Rafaela!

      Seja bem vinda! Eu te entendo! De verdade! Em 2015, quando comecei esse processo de conhecimento e transformação, também estava exatamente assim! Comprava coisas que não teriam tanta utilidade, coisas muitas vez, inclusive, de pouco valor, mas que exatamente por isso não me importava por ter comprado e deixado de lado. Todavia, a medida que fui conhecendo mais e me desafiando a mudanças, comecei a entender que o “problema” não estava no quanto gastava, mas sim, algo dentro de mim. Realmente, não é fácil, mas vai dar certo!

      Estipule pequenos pontos que você já consiga por em prática, para te estimular; pequenos desafios que seja, por um dia, por uma semana ou um mês…e não se culpe se falhar um pouco, apenas recomece de onde parou. Leva um tempo, é desafiador mudar hábitos, mas com persistência, conseguirá!

      Procura algum item como desafio inicial! Eu comecei me desafiando a não comprar mais esmaltes (pense! eu tinha mais de 50 sendo que vivia comprando mais e raramente fazia unha em casa, e sim no salão) e maquiagens (comprava “só para dar uma forcinha à vendedora”, sabe como é, né?)…hoje tenho exatamente as que uso e só!

      Mas, como disse, é um processo lento e, sim, um pouco “doloroso”, porque requer revisitar muita coisa “dentro” da gente!

      Vamos conversar mais sobre esses assuntos, certo?

      :*

      K.

  2. Pingback: - Cacto e Flor

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